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militarizaÇÃo na amazÔnia

Falar em militarização não soa bem. Vem à lembrança o período da ditadura militar de direita, com seus "defensores da moral" e que eram tão ou mais corruptos que nossos políticos atuais. Também foram aqueles militares que, sob o argumento de "levar o progresso" ao grande norte, abriram as grandes estradas que serviram de entrada para os colonizadores, cuja maioria apenas explorou a floresta e criou "cidades-prostíbulos". Em toda a Amazônia legal, apenas meia dúzia de cidades podemos afirmar que cresceram ordenadamente e possuem qualidade de vida; a maioria no Mato Grosso ao longo da BR 163. Nos últimos 25 anos, a partir desses grandes troncos rodoviários, foram surgindo as novas estradas floresta adentro, onde surgiram os focos de grileiros, madeireiros clandestinos e trabalho semi-escravo.

A situação atual é caótica. Números que apontam "queda no desmatamento" não refrescam. Atuação de órgãos ambientais também pouco faz efeito, já que a corrupção está dentro de todos (ou quase todos) eles. A solução para a Amazônia é um processo de militarização em médio prazo. Exército nas estradas e nas cidades. Destituição de todos os prefeitos envolvidos com as máfias daquela região. "Empresários de fachada", que lucram com negócios ilegais, manda de volta para suas cidades de origem, junto com a mão de obra. Cada qual volta para sua cidade de origem. Nessas, que cada prefeito cuide de seu povo. Existem mil e uma opções de empregar seus moradores em suas próprias cidades, basta vontade política. Deixem a Amazônia para seu povo local, com sua cultura, artesanato e extrativismo.

O exército na Amazônia serviria para capacitar os habitantes locais para produzir de forma sustentável. Ao invés de abrir as portas aos aventureiros e oportunistas, o governo deste país pode também dar incentivos para que profissionais das áreas de cultura, educação e medicina se revezem nos trabalhos naquela região. Se querem o desenvolvimento da Amazônia, o único caminho é esse. Exército lá. Cheira a ditadura? O ponto que a situação chegou devido a omissão do próprio governo, só uma atitude desse porte para colocar ordem no local.

Lembremos que a história da "internacionalização" da Amazônia não é conto de fadas. Empresários e missionários estrangeiros estão lá, enviando relatórios para seus países. Falando em missionários, irmã Dorothy, "mártir" por morrer defendendo os interesses dos pequenos produtores e a preservação da floresta, fazia um trabalho praticamente sozinha naquela bendita cidade paraense. Onde estavam os brasileiros com capacitação técnica para acompanhar o trabalho – a primeira vista exemplar – da missionária? Irmã Dorothy era de fato independente ou tinha dedo de governo por trás? Por que missionários brasileiros não estão lado a lado dos missionários estrangeiros? Medo de morrer? Afinal, se a Amazônia é nossa, onde estão os defensores do meio ambiente deste país? Se mataram uma estrangeira, é sinal de que qualquer trabalho que vise defender a floresta e seu povo local precisa ser acompanhado 24 horas por dia por uma força militar. Custos?? Ora, o país tem dinheiro. Basta parar de desviar dinheiro para caixa 2, para campanhas partidárias, para compra de votos (e de veículos de comunicação). PT e PSDB possuem a maior arrecadação de dinheiro de membros. Que tal aplicar o dinheiro naquilo que é nosso? A Amazônia interfere no clima do país. A Amazônia guarda plantas que podem trazer a cura para muitas doenças. É interesse de norte a sul, leste a oeste deste país a sua preservação.

A tecnologia atual permite o monitoramento de toda a Amazônia. Basta investir em profissionais que acompanhem diariamente o que acontece lá. Basta vontade política. E ousadia, porque não é com meia dúzia de militares que se resolve. A ocupação deve ser gradativa, sem interrupções. E estrangeiros, são bem-vindos desde que acompanhados passo a passo por pessoas daqui.

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