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mulheres À beira da psicose

Sempre tive afinidade com o estudo das mentes e das relações humanas. Embora não tenha feito faculdade de Psicologia, durante o curso de Administração nos anos 80 peguei o assunto pra valer, vindo posteriormente a prática nos "n" lugares que frequentei.

Chegando ao terceiro milhar na pesquisa de rua sobre hábito da leitura, não me contive e lanço este artigo na rede para desabafo e análise dos estudiosos do assunto. As mulheres estão à beira de um surto psicótico. Não sei quanto por cento, mas por menor que seja o número, impressiona se comparado ao universo masculino. Já havia dado uma chamada sobre a questão neste site. O problema é muito sério.

A realidade brasileira favorece o estresse e a ansiedade. Enquanto nos países de primeiro mundo os momentos de lazer são preenchidos com cultura, seja uma viagem ou a leitura de um bom livro, no Brasil os momentos que poderiam ser ocupados com o lazer saudável são entregues a uma rotina destrutiva; o "dolce far niente" no lar, ouvindo músicas de qualidade duvidosa ou programas "Zé povinho"; associada às "invenções" de tarefas domésticas. Concordo quando dizem que trabalho doméstico é amaldiçoado. Faz, faz, não rende e não traz qualidade de vida. Isso porque a qualidade de vida está na infraestrutura e no saneamento, e não no embelezamento, na aparência. No entanto, a preocupação com mínimos detalhes domésticos é a mesma que atormenta as mentes com o visual do corpo. O cabelo que "não pode estar do mesmo jeito da semana passada", o calçado, a bolsa, a roupa...não é a toa que salões de beleza se multiplicam com a mesma rapidez das igrejas.

Existem "mulheres cabeça", que superaram o apego material e ensinam como deve ser o caminho de um mundo melhor, sem machismo ou feminismo. Mas boa parte ainda vive à deriva, entre homens machistas e o ser ou não ser feminista. Não enxergam o ponto de equilíbrio, por teimosia ou alienação.

Os contatos através da pesquisa continuam mostrando, em todas as cidades, que as mulheres disparam na dianteira dos homens em se tratando de falta de educação. "Pesquisa? Ninguém merece!" – foi a última pérola que ouvi de uma moça que sequer deu a cara no portão, num bairro da Zona Leste paulista. Se até traficantes na biqueira, um "serviço" de alto risco e que exige atenção o tempo todo, responderam à pesquisa, por que moças, na flor da idade, no conforto do lar, reclamam? Vários homens, de todas as idades, lavando carro na calçada, responderam ao questionário na maior educação. Mulheres raramente comungam o serviço, seja ele qual for, com a atenção de cinco minutos ao pesquisador.

Falo pouco e observo muito. O homem moderno, embora tenha se rendido a vaidade, não "esquenta a cabeça" como as mulheres. Nem mesmo quando manipulados por elas, pois a manipulação acaba voltando contra elas mesmas.

Relembrando um pouco a questão do machismo / feminismo. O feminismo foi uma forma de escapar das garras do machismo utilizando a mesma ferramenta. Portanto, machismo e feminismo são extremos prejudiciais às relações. O homem moderno, sobretudo das grandes cidades, não apresenta mais os traços do velho machismo, mas consegue reinar sutilmente sobre o universo feminino. As mulheres modernas, na disputa feroz pelo "macho", aceitam ser submissas embora não admitam. A submissão é sexual pela própria competição doentia devido ao efeito beleza do mundo atual. A competição é tão predatória como no mundo dos negócios. O outro fator não seria exatamente submissão, e sim conveniência, e está ligado ao interesse financeiro. Estou "careca" de ver situações onde a mãe solteira cuida do filho com a ajuda da avó e da pensão do "ex". E pensam que os homens estão apavorados? Pelo contrário. Relaxam no bar e no baseado e a vida segue adiante. Não pensa no futuro? Nem eles nem elas. Todos pensam no agora. Só o fato de pensar no amanhã já é motivo para a ilusão das drogas (lícitas ou ilícitas) e o estresse peculiar das moças e mulheres maduras.

Eis o ponto que explica o artigo. Os homens, por piores que estejam, não esquentam a cabeça. As mulheres, que carregaram os filhos no bucho, carregam todos os problemas familiares, impulsionados muitas vezes por elas mesmas. Não adianta culpar os homens pela omissão. Se são omissos, é consequência de uma relação que começou errada, desde a criação dos pais ao namoro e casamento. Mulheres maduras e novas, mães, têm pactuado com a malandragem dos filhos homens. Vejam por exemplo o ambiente escolar; os filhos erram e as mães, ao invés de procurarem o diálogo, se põem a favor do erro do filho. As famílias estão virando "mini-máfias", uma redoma aparentemente protegida do mundo e com a finalidade de atacar as pessoas que estão fora. Isso em todas as classes sociais! E por ser um castelo de areia, o sexo feminino, que carrega a manutenção do castelo, entra nesses surtos psicóticos. Madames pagam terapeutas de toda espécie. "Minas" surtam em cima de quem cruzar o caminho na hora. Inclusive eu. Confesso que fico temeroso toda vez que uma figura feminina surge na porta ou janela de uma residência de classe média/baixa ou baixa. "Manos", com raras exceções, abrem o diálogo, às vezes até enfrentando o mau humor das parceiras.

Não sei se terapeutas, psicólogos, psiquiatras, padres, pastores ou pais-de-santo resolvem o estresse feminino desta "nova era". Minha receita é simples: deixem de ficar ouvindo pagodinho o dia inteiro e olhando os trajes da vizinha ou da ex do seu namorado. Dividam o serviço doméstico com outras pessoas da família ao invés de fazer tudo para depois servir de argumento para atacar os outros. Deixem de manipular as pessoas à volta (inclusive ele). Mulher que é mulher conquista o parceiro com sua personalidade, e não com chantagens emocionais ou "visualzinho maneiro". Aliás, com essa onda de produtos perigosos rolando a solta nos salões de beleza, você conquista hoje seu amor e daqui alguns anos ele te larga porque vai ficar com vergonha de estar ao lado de alguém careca ou usando peruca. Também deixem de pensar que está nascendo mais mulher no mundo (e a concorrência vai aumentar) e que o número de homo e bissexuais do sexo masculino também é cada vez maior, e só o preconceito não basta para afastar o namorado do "perigo", já que a curiosidade e o prazer são mais fortes que qualquer preconceito.

Enfim, deixem de se estressar, pois o estresse prejudica a saúde, e doentes jamais serão vencedoras.


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