Boa noite!

PAPO CABEÇA

PAPO CABEÇA

 

 

     Desde que tomei gosto pela escrita, aos 14 anos de idade, polemizo em muita coisa que escrevo, sejam estórias, crônicas, prosas ou artigos. Cada pessoa traz uma bagagem diferente, e é justamente isso que dá o sabor especial ao mundo literário. Se todos tivessem oportunidade e meios para se expressar, teríamos uma variedade cultural muito mais ampla, trabalhos formidáveis publicados e talvez até novos caminhos abertos na sociedade. De minha parte, esses novos caminhos são parte dos objetivos.

     Que adianta uma pessoa vir ao mundo só para assistir de camarote os acontecimentos? Come, dorme, põe filho no mundo, trabalha somente para sobreviver...que semente plantou? Deixar sementes não é só ter filhos, é plantar algo novo, algo que venha ajudar na evolução do ser humano e na preservação do planeta. Todos têm algo a ensinar, todos podem servir ao mundo. Aquele que serve somente a si, é um egoísta. Aquele que impede o outro de servir, é um criminoso. Aquele que tenta calar a boca do outro, é porque deve algo.

     O mundo tem jeito. Não há problema que não possa ser resolvido. E tudo se resolve através da comunicação. Do diálogo. Por mais que as formas de pensar sejam diferentes, todos comungam num ponto: respeitar para ser respeitado. O que cobro em meus artigos, cobro de mim mesmo. Se critico, indico caminhos que podem ser trilhados. Claro que não vou dar receitas prontas, porque o mundo está cheio de ladrões de ideias, pessoas que ficam a espera das novas fórmulas para se apropriarem delas. Poucos se dão ao trabalho de pensar para encontrar soluções, a maioria quer pegar e roubar o que está pronto.

     Por mais frustrações que passemos, não é possível viver bem isolado. Todos vêm ao mundo para conviver, conhecer, aprender, trocar experiências. Perdi a timidez em sala de aula, no primeiro ano ginasial. Superei “supostos” traumas. Abri-me para o mundo. Percorri milhares de quilômetros. Meu nome ficará registrado em muitos lugares “o Escritor Piloto passou por aqui”. Escritores são imortais.  Não é preciso pertencer a academias de letras. Desde que uma palavra de efeito ficou gravada na mente de um leitor, ele já é imortal.

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