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OS SINAIS QUE VEM DA NATUREZA

OS SINAIS QUE VEM DA NATUREZA

 

     A natureza guarda tantos mistérios como os que envolvem a existência de Deus e da morte. Porém, ela é simples e cobra simplicidade, a mais simples, singela e nobre das atitudes, que é o respeito. Mas desde a revolução industrial, só agora, na entrada do século 21, que a questão começa a ser levada a sério. Infelizmente, tarde. As alterações climáticas, embora tenham o lado natural durante as eras, são consequentes da interferência desequilibrada do homem sobre o Meio. A poluição do ar e da água, e a retirada da cobertura vegetal sobre os continentes aceleraram o processo. Cientistas estão continuamente refazendo cálculos, e o impacto sobre a sociedade será muito antes do que se imaginava. Pode-se dizer que as tragédias já estão aí, os exemplos vem de grandes cidades, como São Paulo e Belo Horizonte. Basta uma chuva acima da média para provar que as cidades não estão preparadas para as mudanças climáticas. Mesmo com tanta tecnologia a serviço do homem, um temporal mais forte revela a fragilidade das metrópoles. Não, fragilidade talvez não seja a palavra mais apropriada. Revela o tipo de POLÍTICA PÚBLICA que as prefeituras vêm fazendo. A política da aparência. Números. Políticas que dão ibope, mas carecem de estudos técnicos. A política do menor custo e a do superfaturamento. As prefeituras ficaram entre a cruz e a espada, porque tudo que se refere à questão ambiental é caro. E é caro porque na maioria das vezes é conserto de estrago feito no passado. E exige qualidade. Questão ambiental não admite gambiarras e tapeação. Qualquer alteração no Meio pede estudo e relatório de impacto. Ninguém deve chegar à faculdade pulando matérias do primário, da mesma forma não se deve construir e alterar o Meio pulando EIA/RIMA.

     Da década de 90 para cá os sinais vem aumentando. Derretimento das geleiras com a consequente elevação do nível dos oceanos. O furacão Kathryna que revelou falta de preparo não apenas de New Orleans, mas de uma nação toda. A seca na Amazônia, algo que ninguém esperava. O “mini furacão” em Santa Catarina, um estado que vem sendo castigado todo ano por chuvas cada vez mais torrenciais.

     O homem errou feio. Não cuidou do Meio Ambiente quando deveria e nem está preparado para as consequências. Infelizmente, teremos muito choro e ranger de dentes.

 

 

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