Boa noite!

SORRIA

SORRIA, VOCÊ ESTÁ SENDO FILMADO... E SEGUIDO!

 

 

     Neste dia 28 de abril de 2011, a notícia de que cidadãos norteamericanos foram surpreendidos por seus celulares de última geração que indicavam a alguma central cada passo que davam, não me causou estranheza. Se já somos vigiados por satélites e câmeras, por que não seríamos seguidos ou “denunciados” por objetos que carregamos? Ora, santa ingenuidade! Se a tecnologia está ao nosso serviço, por que não estaria a serviço de (supostos) serviços secretos ou até mesmo daquele tal governo central da nova ordem mundial? Se acharmos que tudo é conspiração, ficaremos histéricos. O mais coerente é, como diz nas sagradas escrituras, ficarmos vigilantes. E termos em mente:

- Não devo nada, mas nem por isso vou ficar facilitando;

- Não preciso ter nada mais que o necessário;

- Não preciso ficar me escondendo, e nem me expondo.

     Qual a finalidade dos “realities show?” Utilidade zero para o cidadão comum. Mas para certas pessoas, foi e está sendo uma experiência interessante de como o povo se comporta diante da vigilância total. É como os alimentos transgênicos. Se ninguém se incomoda, que o povo se alimente de transgênicos! Se o povo gosta de se exibir, ser filmado, vamos vigiar todo mundo!

     Por enquanto tudo é espetáculo. Ficar conhecido, ter fama, ser visto na internet por todo mundo. O amanhã, ninguém sabe como será. A privacidade é como a virgindade. Depois de perdida, não tem como recuperar. Por isso, toda exposição que faço é cuidadosamente controlada. Nada de excessos. Nunca fui fã de “web can”. Quem garante que amanhã o bicho estará de fato desligado quando quisermos? Quem garante que o celular de última geração não estará levando nossa conversa para alguém quando pensamos que ele está desligado?

     Se minha vida privada não interessa a pai, mãe, filho, esposa, amigos, por que interessaria a alguém que eu não conheço e quer me estudar, como se eu fosse uma cobaia ou um alienígena?

     A sociedade deveria estudar nossos comportamentos coletivos. Porém, a tecnologia está a serviço de duas coisas: fuxico alheio (da parte do povo) e investigação (da parte de pessoas muito bem ocultas). Seria ainda o medo da tal conspiração comunista? Medo de uma conspiração de radicais islâmicos? Qual é o suposto “inimigo?” Ou é o tal do avatar, que segundo as profecias aquarianas, já vive em algum lugar e terá o mundo em suas mãos com a ajuda dessa tecnologia?

     Não vamos queimar os neurônios. Basta vivermos uma vida simples e com olhos e ouvidos atentos à tudo o que nos é sutilmente imposto. Se conseguirem a tal vigilância onipresente, não nos enganemos: não estaremos seguros... e muito menos eles.

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